quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Segundo turno para o Governo de Alagoas: Um pelo outro não tem troco!

De acordo com Ronaldo Lessa, Teotônio Vilela Filho foi flagrado negociando o recebimento de propina durante a Operação Navalha, quando a Polícia Federal investigou um esquema de corrupção envolvendo a construtora Gautama, em 2007. De fato, o inquérito criminal da Operação Navalha da Polícia Federal cita o suposto envolvimento do governador Teotônio, no esquema de fraude a licitações e obras públicas
Durante a campanha, Téo esteve ao lado de "taturanas", com destaque para Antônio Albuquerque - que tem fama de pistoleiro e assassino; e de "sanguessugas", a exemplo de João Caldas. Este último foi beneficiado até com uma Secretaria do Governo, que foi dada para sua irmã, Marluce Caldas.
Já segundo Teotônio Filho, Lessa responde a um processo por envolvimento em um desvio de R$ 200 milhões e de deixar um rombo de R$ 480 milhões nas contas do Estado quando deixou o governo, em 2007. Ronaldo Lessa teve seu registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na nova Lei da Ficha Limpa. Recentemente, o TSE liberou por 5 votos a 2, o registro de candidatura do ex-governador.
Em 2009, a OAB-AL, através da Comissão de Meio Ambiente e Urbanismo, deu entrada em uma Ação Civil Pública contra Lessa por ele ter feito uma transação ilegal envolvendo três terrenos pertencentes à prefeitura de Maceió, todos localizados em área nobre da cidade  - a orla marítima.
Agora Ronaldo Lessa tem o apoio do corrupto Collor, que era seu inimigo político desde a década de 1980. Collor também pede voto para Dilma, a candidata de Lula, com quem disputou a presidência até no segundo turno em 1989.
O que elles têm em comum: os bolsos cheios, as fichas limpas, as mãos sujas.

Um comentário:

  1. Só sei pelos outros da briga de foice que tá rolando aí em Alagoas. É impossível evitar a sensação de déjà vu...
    http://entreozdentez.blogspot.com

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